Acad. Edgard Leitão de Albuquerque

EDGARD LEITÃO DE ALBUQUERQUE, de Areia, Paraíba, 29.03.1928, escreveu, entre outros, DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA EVANGELICA DE LETRAS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Júlio Leitão de Melo e Nóia Leitão. Foi batizado pelo pai em 02.02.1941, com 13 anos de idade.
Em 1945, com 17 anos, terminou o secundário e cursou o Técnico em Contabilidade. Trabalhou como bancário durante 4 anos. Em 1952, com 24 anos, terminou o curso de Teologia no Seminário do Recife. Foi consagrado como Ministro Evangélico, em 17.01.1954, assumindo o pastorado da Igreja Congregacional de Caruaru, em 31.01.1954, permanecendo na mesma igreja até setembro de 1985, portanto, durante 31 anos e 8 meses.
Casou-se com Glaura de Almeida Leitão, em 13.02.1955, com 27 anos, com quem teve os filhos Pastor Julio Leitão Neto, Gláucia e Eneida. Foi pastor visitante de Poço Fundo e Belo Jardim. Foi professor do Seminário Teológico do Recife, lecionando Bíblia e Teologia Sistemática. Foi Presidente da Junta Regional do Nordeste, bem como seu secretario.
Preparou lições da Escola Dominical para o Departamento de Educação Denominacional. Foi redator da revista VIDA CRISTÃ e do jornal O CRISTÃO. Autor de nove livros(nenhum titulo mencionado em sua biografia), sendo quatro traduções.
Aposentado, continuou colaborando com a imprensa evangélica. Em 1981, com 53 anos, recebeu o titulo de CIDADÃO DE CARUARU. Em 2001, com 73 anos, tornou-se membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, estando hoje no Quadro de Membros Correspondentes. Reside, atualmente(2007), em Caruaru, Pernambuco, atendendo pela Caixa Postal, 67, com o CEP 55.002-970.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

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