500 anos da Reforma Protestante

30/10/2017 17:35

“Pois a justiça de Deus não é adquirida através de atos frequentemente repetidos, como ensinou Aristóteles, mas é infundida pela fé. Pois o justo vive a partir da fé (Rm 1.17). ‘Com o coração se crê para a justiça’ (Rm 10.10). Daí quero que aquela expressão ‘sem obras’ seja entendida não no sentido de que o justo nada opere, mas no sentido de que as suas obras não fazem a sua justiça; antes, é a sua justiça que faz as obras. Pois é sem a nossa obra que a graça e a fé são infundidas, ao que, de imediato, se seguem as obras. Assim Rm 3.20: ‘Pessoa alguma será justificada a partir das obras da lei’. E Rm 3.28: ‘Julgamos, pois, que o ser humano é justificado pela fé, sem as obras da lei’”.

(Martinho Lutero, em “Demonstração das Teses Debatidas no Capítulo de Heidelberg”, 1518).

 

A reforma da igreja como necessidade

 

O dia 31 de outubro de 1517

 

O Brasil era adolescente quanto um padre agostiniano alterou a história da humanidade. O dia 31 de outubro antecedia a dois feriados católico-romanos que mobilizavam romeiros de todas as partes da Europa. Afinal, se no dia 2 de novembro todos iam aos cemitérios de suas cidades para rezarem aos seus entes falecidos (no “Dia dos Finados”), um dia antes (em 1o de novembro) era celebrado o “Dia de Todos os Santos”, ocasião em que os fiéis se dirigiam aos templos dedicados a todos os santos para venerarem relíquias e, assim, ganharem menos tempo no purgatório – tanto para si como para seus entes queridos já falecidos. De fato, era um período de três dias onde a atmosfera espiritual era pesada: estes dois dias de pessoas rezando aos mortos, enquanto que, no dia anterior, o paganismo celebrava o “Dia das Bruxas”. De todo modo, na cidade alemã de Wittenberg a Igreja do Palácio se chamava “Igreja de Todos os Santos” e, a ela, afluíam pessoas de toda Alemanha para venerarem, no dia 1o de novembro, as 17.443 relíquias que pretensamente ofereciam 127.199 anos 2 106 de indulgências no purgatório. Assim, naquele templo de Wittenberg podiam ser venerados objetos como:

 

ü  Um dente de São Jerônimo e um de Santa Beatriz.

ü  Seis ossos de São Bernardo e um osso da perna de Santa Juliana.

ü  Quatro fios de cabelo da Virgem Maria.

ü  Os pelos da barba do mitológico gigante São Cristóvão.

ü  Dois dedos e uma das mãos dos Santos Inocentes.

ü  Um retalho das fraldas de Cristo.

ü  Um fio de barba, um prego de sua cruz e um espinho da coroa colocada na cabeça de Jesus na Sexta-feira Santa.

ü  Um pedaço de madeira do presépio de Belém.

ü  Um pedaço da arca de Noé.

ü  Um pouco da ferrugem do forno em que foram lançados os três jovens hebreus na Babilônia.

 

Este absurdo era não apenas tolerado pela Igreja Católica Romana, mas era promovido pela mesma. Erasmo de Roterdã chegou a dizer que, se juntassem todos os pedações de madeira que eram venerados como sendo da verdadeira cruz, seria capaz de se construir um navio.

Algo tinha que ser feito. Vozes já tinham se levantado mas foram caladas pela violência ou ficaram circunscritas à determinadas regiões. Até que Lutero se levantou e – aproveitando a grande fluência de pessoas que foram a Wittenberg cultuar as relíquias na Igreja de Todos os Santos, chegando um dia antes (31 de outubro) para que, tão logo as portas do templo fossem abertas (no dia 1o de novembro) retornassem às suas cidades para rezar pelos entes queridos no Dia dos Finados – cravou 95 teses que alterariam o curso da história e promoveriam a reforma da igreja, tão deformada ao longo dos séculos, pelas superstições acolhidas passiva ou intencionalmente pela sua liderança que, sem o limite das Escrituras Sagradas (“Sola Scriptura”), diante da ignorância bíblica do povo, manipulavam a fé de acordo com suas impiedosas intenções.

 

O problema da burocratização da igreja exigia uma reforma

 

É fato histórico que, ao longo do tempo, a igreja foi se engessando, enferrujando a estrutura leve implantada por Jesus – que tanto condenou a burocracia farisaica e a desvirtuação do sentido do templo de Jerusalém – e se tornando uma instituição perigosa, má e sem misericórdia. Depois de uma fase como perseguida, a igreja tornou-se perseguidora. Na verdade, a igreja não era mais igreja, e os cristãos que não se adequassem ao humor dos governantes da mesma – cada vez mais monárquica e policial – eram amaldiçoados, perseguidos, banidos e até mesmo mortos.

Depois da fase da igreja primitiva, veio a fase da igreja patrística e, com o apoio do Estado, a mesma tornou-se uma igreja estatal, imperial, policial. Uma reforma era necessária para que ela voltasse ao seu foco, ao seu objetivo inicial, mas a cada década a mesma mais mergulhava na profundidade do mar de cimento, cada dia mais pesado. Adotando paulatinamente as superstições populares – e, consequentemente, as oficializando –, cada vez mais abusava do povo que, sem acesso à Bíblia, se tornava uma presa fácil para o controle de sua liderança eclesiástica, cuja igreja ia se tornando cada vez mais forte institucionalmente e fraca espiritualmente.

 

A adoção de superstições e o crescimento do culto aos santos exigia uma reforma na igreja

 

A ignorância do povo quanto à direção divina apontada na Bíblia os levava a extremos. Assimilando superstições populares, o próprio clero passou a adotar cada vez mais teses como as do purgatório, das indulgências, das penitências, do pretenso poder do sacerdote em absolver pessoas dos pecados, do nascimento imaculado de Maria, e tantas outras teorias extra-bíblicas que ganhavam o respeito popular. Isso para não dizer do florescimento do culto aos santos, mesmo àqueles que nunca existiram – como São Cristóvão, Santa Wilgefortis (uma mulher barbuda que era venerada em Flandres) e até mesmo São Guinefort, um cachorro (!!) venerado no século XII em Lyon pelo fato de ter sido morto injustamente ao salvar um bebê. A necessidade da proteção e do afeto materno foi, cada vez mais, fortalecendo o culto às entidades femininas, havendo óbvia preferência ao culto à Maria, cujo crescimento se deu não apenas quantitativamente, mas, também, quanto às suas funções na vida da igreja, passando de coadjuvante a uma posição para-divinizada, tornando-se intercessora dos fieis junto a Jesus (!), tal como uma verdadeira mediadora, capaz de aplacar a ira de seu filho (!!!), conforme ditava o imaginário popular.

O caos cúltico cresceu de tal forma que não apenas pessoas – criadas por Deus – se tornaram alvos de culto, mas até mesmo objetos que pretensamente (ainda que jamais confirmados) pertenceram a personagens bíblicos ou da história da igreja passaram a ser venerados: as chamadas “relíquias”. Erasmo de Roterdã chegou a dizer que, se juntassem todos os pedações de madeira que eram venerados como sendo da verdadeira cruz, seria capaz de se construir um navio. A loucura religiosa era um fato, e o clero não apenas tolerava, mas era sua principal fomentadora.

A reforma da igreja, através da exigência da parte de cristãos que se indignavam em ver o estado daquela que deveria ser a obra de Deus, vislumbrava uma mudança do posicionamento da mesma em seus aspectos morais e racionais – para não dizer espirituais –, sendo esta postura o primeiro passo dado rumo à limpeza da mesma do mar de superstições que a corrompiam e a descaracterizaram.

 

O advento da “Peste Negra” e o florescimento de um misticismo sem o balizamento bíblico

 

Um dado importante ocorreu após o século XIV com o surgimento da “Peste Negra”, que se alastrou pela Europa dizimando cerca de um terço de sua população. Em parte, a mesma se deveu, mais uma vez, ao poder das superstições, pois pouco antes, em um período de “caça as bruxas”, começaram a associar os gatos à bruxaria e, dizimando-os, começou a haver um crescimento desproporcional de ratos, que viriam transmitir a febre bubônica de forma descontrolada por todo aquele continente, carecia de um sistema de saneamento público. A mortandade foi avassaladora. Todas as explicações racionais advogadas pelo frio e teórico escolasticismo começaram a ser questionadas, e, com isso, as superstições populares, com suas “simpatias”, foram ganhando corpo no meio da população, sendo que o próprio clero, imobilizado diante de tamanha mortandade, começou a adotar e pregar as mesmas, ampliando o culto às relíquias com seus poderes mágicos disponibilizados àqueles que as venerassem. Superstições populares como a existência de um lugar chamado purgatório não apenas se ampliaram como foram codificadas e oficializadas pelo papa da igreja romana. E isso para não dizer sobre as penitências e a venda de indulgências, que prometiam trazer benefícios não apenas aos que as adquirissem, mas, também, aos seus entes queridos já falecidos.

Por outro lado, parte destas superstições se direcionou a focos de misticismo que surgiam no meio da cristandade, ávida por ouvir assuntos espirituais fora do frio rigor litúrgico e cerimonial. Assim, surgiram santos e santas, cultuados e canonizados pelas visões que tiveram, mesmo quando as mesmas – frutos da carnalidade, de esquizofrenia ou mesmo engendradas por espíritos caídos – contradiziam a Bíblia, à qual a população desconhecia e que, por isso, acatavam passivamente, sem ter o crivo das Escrituras para balizá-las.

 

“Agora, basta!”: reações contra os abusos da igreja

 

A imoralidade sexual e ostentação do clero: reações quanto à conduta cristã

 

Os abusos do papado, não apenas na esfera política e militar – com seus mandos e desmandos nos governos e as guerras que promovia para obter mais terras, riquezas e poder –, mas, também, na área moral, começaram a fazer ruir o respeito que a sociedade tinha para com a liderança da face mais visível da igreja cristã. Era por todos conhecida a imoralidade sexual e a libertinagem que caracterizavam a cúria romanistas. Além do mais, a hipócrita e obrigatória vida celibatária foi uma forma inventada pelo clero para ter menos gastos com as famílias dos religiosos e, ainda por cima, obter mais recursos através das heranças (de terras, propriedades e demais bens) que eram destinadas aos filhos de famílias abastadas que se dedicavam ao sacerdócio (e que, em razão disso, faziam o voto da pobreza). Assim, a igreja enriquecia indignamente – ainda que de forma legal – e, esbanjando o luxo, com suas riquezas compravam os favores políticos que desejassem, ostentando um vergonhoso poder pautado em seu trono de ouro. Portanto, se por um lado a igreja de Cristo não podia servir a dois senhores, o clero não escondia sua opção em torná-la a Igreja de Mamom.

Papas que tinham várias amantes, prostitutas que tinham no clero sua clientela mais fiel, os muitos casos de adultério, estupros, abusos de menores e homossexualismo nos mosteiros e conventos, além de outras perversões morais, eram cada vez mais vistas e discutidas pelo povo, e isso para não mencionar o nepotismo aos filhos dos clérigos (denominados de “sobrinhos”) e a venda de cargos eclesiásticos a qualquer pessoa que pagasse o preço requerido (“simonia”) escandalizava toda a sociedade.

Ainda que nos tempos atuais isto redundasse em protestos massivos, naquela época – em que não havia liberdade de imprensa –, os poucos do povo que tinham a coragem de se levantar publicamente eram imediatamente calados pelo poder estatal, cujos governantes eram postos e depostos pelo papado. Entretanto, em vários lugares governantes passaram a perder o respeito pela liderança eclesiástica e a contestá-la, refletindo o sentimento de seus súditos. Naqueles recantos, começavam a ser esboçadas ideias que argumentavam a validade da submissão espiritual aos que não detinham nenhuma moral. Tal percepção passou a ser observada em outros locais e, mesmo com a possiblidade de sofrerem penalidades, homens e mulheres alimentavam sua revolta de maneira cada vez mais clara. Na Igreja do Medo – com seus tribunais, seus anátemas, suas maldições, seus interditos, suas excomunhões e demais ameaças, somados ao seu poder de prisão, tortura e morte – o clero mantinha seu poder de governo, mas perdera sua moral para governar.

Vozes surgiram para a necessária reforma da igreja, e tais movimentos viriam receber vários subtítulos conforme sua aplicabilidade, tais como Reforma Magisterial (quando tinham apoio dos governantes), Reforma Popular, Reforma Radical, Reforma Litúrgica, Reforma Social. Entretanto, sumamente, era por uma Reforma Moral que o povo mais ansiava, sendo esta a consequência da necessidade de uma Reforma Espiritual na igreja que deixara de ser a “luz do mundo” para tornar-se uma embaixada das trevas.

 

O aumento dos ensinos católicos extra (e anti) bíblicos e as reações que exigiam uma reforma doutrinária

 

Outro aspecto importante que levou pessoas a questionarem o papado foi o crescimento das inovações doutrinárias cada vez mais claramente extrabíblicas, havendo um crescimento de decretos papais contrários aos textos da Bíblia. Para o clero, era mais importante que todos conhecessem os decretos papais que a Palavra de Deus – a qual, diferentemente daquela, o povo não tinha acesso – e, assim, mantinham o controle das sociedades em toda Europa através do monopólio da fé pautada na ignorância do povo.

 

“Sola Scriptura”: o amadurecimento do confronto às doutrinas papais com a Bíblia aberta

 

“O sangue dos mártires é a semente da igreja”

(Tertuliano, séc. II).

 

Regando com sangue as sementes lançadas no deserto

 

Ainda que com o advento da imprensa de Gutenberg tenha gerado movimentos cada vez maiores de reformadores e suas doutrinas confrontando o catolicismo romano – vale lembrar que a imprensa e os territórios que abraçaram o protestantismo geraram populações cada vez mais alfabetizadas – mesmo antes havia pessoas que, com os textos bíblicos à sua disposição, amadureceram o confronto aos exageros e abusos – comportamentais e doutrinários – do clero combatendo-os com a Bíblia. Estes grupos de pessoas – formado por clérigos e por leigos alfabetizados – começou a se levantar contra tais abusos e, se de forma primária apontavam à imoralidade da liderança da deformada igreja, aos poucos foram apontando, também, aos desvios bíblicos-doutrinários que tal instituição implantara, conforme as intenções do papa e aqueles que o cercavam, e mantinha, calando, “à ferro e fogo”, os que ousavam confrontá-los com a Bíblia aberta. Sim, pessoas alfabetizadas e que tinham acesso às Escrituras Sagradas começaram a estudar e confrontar os dogmas papais, sendo que, enquanto alguns foram fatalmente calados, outros mantiveram acesa a chama da propagação dos ensinamentos bíblicos às sociedades onde estavam inseridos. Era momento de trazer a igreja de volta ao sentido de sua existência. Afinal, o período da Reforma Protestante foi, como disse o reformador Felipe Melanchton,

 

“uma era em que Deus chamou a igreja de volta às suas origens”

(in qua Deus Ecclesiam interum ad fontes revocavit)

 

Entretanto, não foi uma via rápida nem fácil. O caminho era, de fato, estreito e tortuoso. As palavras de Tertuliano se confirmavam mais uma vez, e apesar do derramamento de tanto sangue de pessoas que buscavam apenas reformar a igreja, novas gerações foram sendo levantadas até que não mais puderam ser caladas. A reforma, como meio de reevangelização da igreja, não seria mais um sonho pois, na verdade, a Reforma Protestante foi uma missão dada à igreja contra o desvirtuamento daquela que usurpara o seu nome ao longo dos séculos.

 

A Reforma eclode combatendo inovações doutrinárias como as do Purgatório, das Penitências e das Indulgências

 

Em que pese serem mais visíveis os desvios de conduta moral por parte do clero, foi com a descoberta da Bíblia por Lutero (em seus pilares doutrinários da “Salvação pela Graça e Justificação pela Fé”, pelo “Fundamento da Bíblia como Regra de Fé, Conduta e Limite do Cristão” e o “Sacerdócio de Todos os Crentes”) que surgiram as bases de contestação às inovações doutrinárias surgidas e promovidas pelo catolicismo romano ao longo dos séculos. O “Culto aos Santos” agora já não bastava: oficializara-se e, como nunca antes, se promovia o “Culto às Relíquias” como mais um meio de se oferecer a graça divina. O perdão de pecados e o alívio na vida pós-morte eram oferecidos tanto pela veneração a imagens e demais objetos tidos como milagrosos ou mediadores, como que, agora, eram desavergonhadamente vendidos. A concorrência entre as igrejas das cidades aumentava, surgindo, a cada dia, novas opções a serem veneradas, oferecendo, assim, mais parcelas da graça divina aos que a elas afluíssem.

Este tipo de exacerbação ímpia vincula três doutrinas católicas de forma intrínseca, as quais desencadeariam, massiva e definitivamente, a Reforma Protestante:

 

ü  Doutrina do Purgatório.

ü  Doutrina das Penitências.

ü  Doutrina das Indulgências.

 

No livro “Martinho Lutero e a Reforma Protestante” aborda acuradamente sobre estas três doutrinas e do elo que as vincula – a veneração das relíquias – que iriam levar Lutero além da indignação, o levando a confrontar, paulatinamente as inovações heréticas do romanismo pelo crivo das Escrituras Sagradas. Recomendo-lhe a leitura deste livro pois o mesmo traz os registros e fontes das várias citações, tanto dos reformadores como do clero romano, balizando a bendita Reforma Protestante eclodida em Wittenberg na memorável data de 31 de outubro de 1517.

 

Conclusão

 

Martinho Lutero e os demais reformadores foram levantados por Deus para reformarem a igreja, reconduzindo-a ao crivo da Bíblia Sagrada, diante da qual todos os ensinos contrários – independentemente de onde viessem, fossem papas ou pastores, clérigos ou leigos, místicos ou doutores – deveriam se submeter, vendo-a como regra de doutrina, fé e conduta, sendo plenamente suficiente para conduzir o homem à salvação. Lutero trouxe e amplificou o entendimento de que precisamos conhecer e praticar as Escrituras Sagradas para fazer a vontade de Deus.

Lutero não lutou por si. Sua incansável batalha fora o fruto da sementeira dos mártires e teve como resultado a libertação da igreja do jugo humano, pelo poder da Palavra de Deus. A luta de Lutero deve continuar ininterruptamente: “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda est”, desde que, acentue-se, seja sempre delimitada pelas Escrituras Sagradas, como tanto pregara o reformador sobre quem esta obra foi escrita.

Mas “se reformando” não significa “se deformando”, como se observa em determinados rincões ditos evangélicos onde se oferece algum tipo de graça (em que pese na terra e para benefício pessoal, e não no extremo de atingir o pós-morte com perdão dos pecados de terceiros, como é o caso do catolicismo-romano) através de produtos vendidos de valores ofertados, de acordo com a malignidade, astúcia e impiedade de líderes eclesiásticos travestidos de pastores.

Que nestes tempos em que a igreja do Brasil avança em número, possa brilhar a luz de Cristo em suas ações, transformando, efetivamente, a sociedade, sem, contudo, contaminar-se com esta, e que possamos, como herdeiros da Reforma, manter-nos saudáveis espiritualmente através do alicerçamento de nossa fé exclusiva em Cristo, fundamentando-nos da suficiente Palavra de Deus.

 

Vamos comemorar a liberdade em Cristo! Feliz aniversário de 500 anos!

 

“Sola Fide”

 

“Sola Gratia”

 

“Sola Scriptura”

 

“Solus Christus”

 

“Soli Deo gloria”

 

 

Rev. Martinho Lutero Regis Semblano

Cadeira 25

 

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