Como é mesmo o seu nome?

12/06/2015 14:39

COMO É MESMO O SEU NOME?

(Aprendendo auto-estima com a História de Daniel)

 

 

Eu quero inicialmente fazer algumas perguntas que podem soar estranhas e até sem sentido, mas muito necessárias: Como é mesmo o seu nome? Você tem certeza que esse seu nome é seu mesmo?  Você pode afirmar com segurança que esse seu nome identifica você?  Você gosta desse seu nome ou simplesmente o suporta porque está registrado assim?  O que os nomes significam?  O que o seu nome significa para você?

 

Os nomes são nossas marcas, nossa identidade pessoal!  Mas posso afirmar com toda convicção que tem pessoas aqui que estão usando um nome diferente daquele que lhe foi dado um dia, e isto pode estar causando muitos distúrbios aos relacionamentos, emoções e até na comunhão com Deus! Por isso mesmo pessoas estão vivendo uma vida sem resultados, quase sem vitórias e isto se reflete naquilo que dizem, falam, comentam a respeito de si mesmas.

 

A proposta deste estudo é revelar o que está por detrás de cada nome, e, para isto é preciso que analisemos o texto lido, com isenção, clareza e profunda convicção de que a Bíblia é a Palavra de Deus e Esta nos alerta, ajuda, exorta e aponta o caminho da vida plena: Jesus Cristo!

 

São vários os critérios para se dar nomes aos nossos filhos. Muitos pais, por uma questão de homenagem, deram a seus filhos nomes de seus pais, tios, avôs, escritores, poetas, políticos, etc. Outros, usaram o critério de nomes bíblicos tais como Daniel, Davi, Eleazar, Tiago, Maria, Raquel, João, Paulo. Mas certamente ninguém ousou colocar o nome Judas em nenhum filho. Alguns, por vaidade pessoal e aproveitando a moda ou a sonoridade, mandaram colocar os seguintes nomes em seus filhos: Mykelson, Alex Smith, BruceNicolson,  Arietalim, Samanthaléa, Ryanadila... E alguns filhos carregam o estigma de nomes como esses aí... Coitado!

 

A MINHA HISTÓRIA PODE SER A SUA HISTÓRIA

 

Eu nasci em um lar evangélico, sendo meu pai pastor e a minha mãe, professora. Nasci bem gordinho e, nos primeiros meses de vida, meus pais constataram um problema: as pernas “moles”. Tanto é que enquanto uma criança com nove meses já dá seus primeiros passinhos, eu levei 30 meses para andar. E o negócio era tão sério que meus pais, ficaram preocupados com aquela figura – eu – lá em casa: falando tudo, usando até de criatividade, mas sem andar. E, claro, como já me expressava muito bem, chamava meus amigos que moravam do do outro lado da rua para vir até a minha casa (“Ei, Zé, dá um pulinho aqui, vem cá, vem brincar comigo, porque eu tenho as “pernas bambas” e não posso andar, vem, vamos brincar!”). E a varanda da minha casa andava cheia de amigos que vinham me visitar e brincar. Era uma festa!

 

Preocupada com esta situação, quando eu completei 30 meses (podia ficar de pé, agarrando-me aos objetos, mas sem andar) os meus pais me levaram aos médicos da cidade mais próxima e estes disseram que a minha situação era muito complicada e que não esperassem que eu andasse tão cedo: eu era portador de uma doença não diagnosticada e, por isso, estava condenado a uma cadeira de rodas. Os meus pais não aceitaram essa decisão e se dedicaram à oração, pedindo à Deus providências para o meu grave caso. Até que uma senhora, vizinha da nossa casa, compadecida do caso, disse para minha mãe comprar um “mocotó de boi”, que deveria ser limpo e levado ao forno até ficar um pouco escuro e depois que estivesse frio seria guardado bem protegido. E a receita era: todos os dias pela manhã minha mãe deveria raspar aquela peça com uma faca pequena e guardar o pó para colocar em minhas refeições diárias. E assim, todos os dias, eu comia “raspas de mocotó”... Fiquei tão acostumado que aquilo parecia uma farinha normal... E diariamente, “Tronquinho” (esse era o meu apelido) acordava, ia para a varanda para brincar com seus amigos... Era “Tronquinho” pra cá, “Tronquinho” pra lá e eu me acostumei: já não sabia mais como era o meu nome!  Assim, somente por voltar de 2 anos e meses, eu andei. Glórias a Deus!  Claro, meio “troncho”, sem jeito, cai aqui e acolá, mas andando.  E o “Tronquinho”, não mais voltou para a varanda porque aprendera a brincar na rua.

 

Então veio a outra fase de crescimento. Já andando, fui acometido de um outro problema: cabeça grande e desproporcional ao corpo. Não era algo exagerado, mas incomodava muito. Assim, chegou o momento de ir  para a escola, e lá, por eu ser esperto, falando tudo e com uma cabeça “um tanto exagerada”, os meus amigos e até os professores me apelidaram de “cabeça”, não por eu ser uma inteligência rara, mas porque era cabeçudo mesmo!   Pior: fui me acostumando com aquele nome (no começo me irritava, brigava, chorava, achava ruim, batia o pé...), mas depois já achava normal ter aquele nome. E, já morando em outra cidade, na escola, quando perguntavam o meu nome a resposta era imediata: “Cabeça”.

 

Nos anos 70 frequentei uma boa Igreja na Tijuca, e lá comecei a trabalhar com os adolescentes. Tínhamos um grupo muito grande e uma liderança bem consolidada. E um dia, fomos convidados para um culto de gratidão pela vida de um dos adolescentes (que só conhecíamos pelo nome de “Trapa” . E depois do culto, tivemos uma confraternização muito boa. E estava eu ali de pé aguardando uma oportunidade para me integrar mais (eu não conhecia bem o garoto e nem a sua família), quando recebi um “esbarrão”: era o “Trapa” que meio desajeitado, me atropelou e derrubei o copo com guaraná. Aproveitei a oportunidade para perguntar o seu verdadeiro nome e ele me disse: Üé, Tio, meu nome é José Eduardo, mas todos me chamam assim porque meu pai me colocou este apelido por eu ser meio atrapalhado em casa e na escola. Aí no nome pegou!

 

Já nos anos 80 tinha grande envolvimento com os jovens na Igreja Batista do Méier e num grande feriado tivemos um acampamento muito concorrido. Lá estava uma convidada bem interessante: magrinha, óculos de fundo de garrafa, andando meio sem jeito. Eu me apresentei e perguntei o seu nome e ela disse: “Tildinha”. Então começamos a conversar e ela me disse que sua letra era feia, ela andava meio desengonçada, sua voz parecia uma taquara rachada e tudo o que fazia dava errado e tanto é que na escola as suas amigas lhe deram o nome carinhoso de “Tildinha” porque achavam ela muito esquisita (E realmente ela era um figura que mais parecia a Olivia Palito...). Perguntei qual era mesmo o seu nome e ela disse, meio sem graça: Ana Isabel, mas ninguém me conhece assim...

 

Nos anos 90, quando eu estava bem inserido no mercado de trabalho, na condição de consultor, fui dar um treinamento em uma empresa e na sala ouvi algumas pessoas chamando um rapaz: “Ô Lelé, traz um café pra mim!” e momentos depois, em outro intervalo: “Lelé, quando vier se sentar, me traz uma água...”. O cara falava coisas desconexas, contava piadas bobas e fazia perguntas meio desconectadas da realidade. Aí, não tive dúvidas, perguntei o seu nome e ele com uma cara meio desolada disse para todos ouvirem: “Olha, professor, pode me chamar de “Lelé” porque o pessoal aqui da empresa me acha meio lesado das idéias, mas meu nome mesmo é Ângelo...” E o nome “Lelé” pegou tanto que ele não mais atendia pelo seu nome original.

 

Se você não gosta de seu nome, é possível entrar com uma ação judicial para a mudança de nome. Assim, você não precisa andar por aí infeliz com o nome que tem, pois ele pode ser mudado. Se você se sente prejudicado pelo seu nome, está na hora de tomar uma decisão e escolher o nome que lhe agrada e resolver urgentemente esta questão. Quando eu era professor na UNIRIO, em um curso de extensão, lá tive uma aluna chamada Cirene... Quando ela entrava na sala, era aquele coro de uivo de uma sirene de ambulância: “Uuuuuuuuuuuuu”. E ela jogava os cadernos no chão, batia o pé, socava a parece, chuva a porta. E um dia ela chegou lá na sala com uma novidade: conseguiu mudar seu nome. Agora ela se chamava Selenia... (Não sei se ajudou muito, mas as pessoas pararam de imitar uma sirene).

 

Aparentemente, o texto apenas oferece uma narrativa histórica registrando o que aconteceu ao povo de Deus. E quando li, reli o texto a minha atenção foi voltada para o V. 7: “O chefe dos Eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: Daniel – Beltessasar; e o Ananias – o nome de Sadraque; Misael – o nome de Mesaque e Azarias – o nome de Abednego.” ´´E um sutil detalhe na narrativa que quase passa desapercebidamente aos olhos de quem o lê: uma mudança de nomes!

 

QUAL O COSTUME DO POVO HEBREU?

 

Para a cultura Hebraica, o nome era mais que uma expressão de identificação: era uma marca! O nome fazia parte integrante da vida, como uma tradição religiosa ensinada pelo próprio Deus.

 

O Senhor Deus, ao revelar SEU NOME, também apresentava o seu CARÁTER SANTO: EL (Poder e Caráter distintivo de Sua natureza Divina);  ELOHIM (aquele que possui todos atributos divinos); ADHONAI (Deus é Soberano); YAHVEH  (O Deus que está ativamente presente). E assim o povo assimilou este modelo. Tanto é que as famílias davam nomes à seus filhos seguindo à seguinte fórmula: uma parte divina seguido de um substantivo ou verbo. Isto formava uma sentença! Exemplos: Jacó (Aquele que suplanta). E a sua história demonstrava isto. Elias (Jeová é Deus). Davi  (Amado do Senhor). Natanael  (Dádiva de Deus). Coincidências? Claro que não! A vida desses personagens demonstra o quanto isto lhes era importante!  Os NOMES estavam perfeitamente ajustados à personalidade de cada um. Assim, A prática dos pais de dar nomes ungidos a seus filhos  lhes dava força para vencer! O nome dado aos filhos expressava um desejo e também um anseio. Havia um efeito psicológico em cada nome e isto tinha significado especial e fazia as pessoas se sentirem especiais; A mente da criança ficava impregnada de uma mensagem forte e positiva, o que lhe dava força e coragem nas lutas da vida; Todos os filhos do povo hebreu se consideravam especiais: o nome dizia isto – e havia um positivo reflexo nas atitudes; O NOME, portanto, gerava, excelência na forma da viver!

 

A FANTÁSTICA  EXPERIÊNCIA DE DANIEL E SEUS AMIGOS

 

No Livro de Daniel, no capítulo primeiro, nos versos de 1 a 8 , há a narrativa de uma tragédia na vida daqueles jovens: O Rei Nabucodonozor, Rei da Babilônia, veio à Jerusalém e a sitiou, cercou, e o Rei Jeoiaquim, Rei de Judá, e todos os habitantes foram levados presos para um exílio. Mas o Rei opressor mandou que Aspenaz, chefe do palácio, escolhesse jovens, filhos de Israel, que tivessem algumas características: eram inteligentes e capazes; tinham ótima aparência e muitas qualidades; eram brilhantes nas apresentações; eram destaques em tudo o que faziam e que tivessem habilidades para viverem no palácio do rei, a fim de que fossem ensinados nas letras, na cultura e na língua dos caldeus. Assim, Daniel, Hananias, Mizael e Azarias tinham um destino certo: serem atrações no palácio do rei, Por isto mesmo eles foram separados para um treinamento especial.

 

Quando foram aprisionados, mas levados para o palácio, esperavam que por terem as tais qualidades exigidas pelo rei a Babilônia, seriam tratados com tapetes vermelhos e honras... Mas não foi isso que aconteceu. O chefe dos Eunucos do rei, Aspenaz, tomou uma atitude inesperada e estratégica: imediatamente lmudou-lhes os nomes! Numa jogada audaciosa e  satânica, ele tentou abalar as emoções daqueles jovens (lembram-se do valor do nome para o povo judeu?)

 

Mas qual o problema em mudar o nome, se aquele era um costume do povo babilônico?  Era só eles se adequarem ao novo nome e tudo ficaria bem, teriam mais espaço no reino e reforçariam seu destaque...Mas atentem para um detalhe – um pequeno detalhe – eles eram judeus  e estavam cativos na corte babilônica... Eles não eram babilônicos: Eles tinham um compromisso com o seu Deus. E quais os nomes dados por Aspenaz l? Daniel – foi-lhe dado o nome de Beltessazar; Hananias – Sadraque; Mizael – Mesaque; Azarias – Abedenego.

 

Numa sutil e diabólica manobra... Aspenaz não queria apenas uma simpes mudança de nome, o que seria algo muito simples à primeira vista. Ele queria, isto sim, ir muito mais além: intencionava mudar-lhes a fé e o referencial judaico. E por que esta mudança?  É que os filhos de Israel apresentavam uma potente ameaça para os fanáticos e devassos babilônicos. Era só mudar-lhes os nomes e a situação estava resolvida!

 

Sim, eles eram uma “ameaça” pela sua inteligência, pela convicção religiosa, pelas habilidades que tinham e pela natural liderança que exerciam e  rapidamente poderiam “contagiar” a todos do palácio com sua convicção, fé ardente e aquilo que faziam com tanta competência!

 

QUAL A REAL INTENÇÃO DE ASPENAZ AO TROCAR-LHES OS NOMES?

 

A mudança, na cabeça de Aspenaz,  iria torná-los vulgares, comuns como os jovens daquela corte... Eles seriam iguais a eles! Toda a expectativa e referencias seriam mudados: Eles não se lembrariam mais de seu Deus Jeová e nem Lhe prestaria culto... Seus nomes agora eram outros: nomes babilônicos, nomes com outros referenciais... Assim, pensava Aspenaz, Aqueles jovens Hebreus rapidamente ficariam adaptados ao modelo babilônico, contaminados e envolvidos pelos seus novos nomes!  Era um plano infalível, diabolicamente perfeito!

 

A jogada tinha tudo para dar certo... Mas Deus tinha dado a Daniel “Um Espírito excelente e ciência e etendimento, interpretando sonhos e explicando enigmas e solvendo dúvidas” (5:12).  Exatamente por isto, Daniel percebeu a extensão da manobra. Ele tinha “o espírito do Senhor está em ti e que a luz, e o entendimento e a excelente sabedoria se acham em ti...” (5:14).

 

QUAL O SIGNIFICADO DAS MUDANÇAS DOS NOMES?

 

DANIEL (Deus é meu Juiz)                     para    BELTESSAZAR (Príncipe do Rei Baal)

MISAEL (Deus é inigualável)                  para    MESAQUE (Meu Deus é Akau – Lua)

HANANIAS (Deus é Misericordioso)      para    SADRAQUE (Amigo do Deus Baal)

AZARIAS (Deus é meu socorro)            para  ABEDENEGO (Servo de Nego/mercúrio)

 

Esta, portanto, era a grande estratégia: A mudança fazia parte de uma manobra para enfraquecê-los e despersonalizá-los. Entretanto, Daniel e seus amigos tinham um compromisso declarado no capítulo 1:8-12 : “Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia...”

 

Fiéis à tradição alimentar, ao serviço de Deus, no comportamento e no cumprimento da Palavra de Deus.  Sim, eles foram fiéisem tudo e Deus os honrou! Eles foram os melhores na forma física, na inteligência e no desempenho de todas as funções a eles atribuídas.

 

QUAL A ATUAL LIÇÃO NO EPISÓDIO?

 

Mas preste bastante atenção: existe um “Aspenaz”, diabólico e astuto, querendo a todo instante mudar o seu nome, inconscientemente, imperceptivelmente e sutilmente!  É por isto que muita gente está levando uma vida diferente, pesada, triste, frustrada, com muitas decepções e frustrações.

 

O sábio Salomão nos diz em provérbios: “Assim como você imagina que é, dentro de sua cabeça, assim também será a sua vida”.  Em outra versão, o texto ensina: “Como você imagina que é, é exatamente isto que você vive porque é nisto que você pensa constantemente”

 

Nos exemplos citados no início do texto, todos reais, na carteira de identidade tinham um nome, mas na prática  diária dos relacionamentos, outro nome!  Só que esses novos nomes geraram nessas pessoas: complexo de inferioridade, auto-estima negativa, falta de confiança em si mesmo, dificuldade de relacionamentos, não aceitação de si mesmop,  medo de se arriscar, medo de aprender, medo de viver... são vidas derrotadas e os outros nomes declaram isto!

 

AS PALAVRAS REALMENTE TEM PODER MUITO PODER!

 

Em Provérbios 18:21 está escrito: “A morte e a vida estão na dependência daquilo que se diz...” É isto mesmo: Há vida ou morte naquilo que proferimos todos os dias. Mas é possível mudar o vocabulário negativo para positivo. Vejamos algumas situações que podem ser mudadas:

 

-  Você não faz nada certo                                                  Você pode repetir e acertar!

-  Você é um incompetente                                             V. só precisa se dedicar mais!

-  V. é uma promessa de fracasso                               V. é uma promessa de sucesso!

-  V. não vai chegar a lugar nenhum                         V. tem tudo para ser grande líder!

 

Quantas crianças, adolescentes, jovens e adultos estão contaminados por palavras e sentenças ouvidas e repetidas no passado... Eles serão adultos fracassados! Quantos ainda estão marcados por nomes negativos que receberam e que ainda hoje produzem efeitos tão desastrosos! (Nome Babilônicos) De uma coisa eu tenho certeza: existem muitas semelhanças entre você, Daniel e seus amigos. Vejamos:

 

NOMES DADOS POR DEUS            NOMES DADOS POR “ASPENAZ”

 

Sandra, Márcio, Pedro, Maria             “irresponsável, fracassado, burro, imprestável”

Sérgio, Elen, Ângelo, Elisa            “Feio, esquisito, sem jeito, só faço coisas erradas”.

Mário, Humberto, Antonia              “complicação, ninguém me olha, sou um fracasso”

 

São nomes mentais muito fortes... E palavras criam realidade. Isto se torna mais grave quando você acredita nesses “nomes babilônicos...”. Vale lembrar que as palavras positivas geram padrões positivos e isto pode ser reforçado por pais, professores, amigos e líderes. Tudo se complica quando nós damos a nós mesmos nomes falsos. É muito comum, depois se tentar um Vestibular, um concurso público, fazer uma prova de seleção, ouvirmos dentro de nós mesmos: “incompetente, incapaz, fracassado...”. E como eu vou anular isto? Como contrapor esta situação?  Ora, tentou vestibular e não passou, diga a você mesmo: “Bem, a vida continua e outros vestibulares virão e eu passarei! Vou me empenhar mais!”

 

Tentou um trabalho e não conseguiu, diga a voce mesmo: “Isto não é incompetência, é concorrência! Eu estava despreparado e, por isto, alguém melhor do eu naquele momento levou o prêmio. Vou me capacitar mais!”

Estava estudando e teve que parar?  Isto não significa que nunca mais você vai voltar aos estudos. Encare isto como pausa transitória. Mas mantenha firme a visão de futuro: não se acomode. Tome novo fôlego e continue: não desista nunca! Irmão, irmã, não dê a você mesmo nomes que não são seus. Aspenaz, estava a serviço de Satanás, e trocou naquele momento o nome dos filhos de Israel para que eles perdessem a confiança neles mesmos, em seu Deus e desistissem para que no final fossem derrotados! Há muita gente, muitos irmãos nossos, vivendo uma outra identidade que eles mesmos assumiram no decorrer de suas vidas. Eles ouviram a sugestão satânica... E acreditaram!

 

CONCLUSÃO

 

É possível  neutralizar os “virus” que satanás inoculou em cada vida e para isto a poderosa Palavra de Deus, oferece vacinas que quando aplicadas à cada vida permitem viver uma vida vitoriosa:

 

Recuse a nova identidade que está sendo oferecida: proteste, dê seu brado e não aceite!! Aplique uma dose intensa de I Tessalonicenses. 5.5:  “Vocês são filhos da Luz!” Satanás quer ver você no chão e por isto lhe oferece nomes falsos.

 

Voce tem valor e preço pago é muito alto! Reforce suas convicções utilizando-se o texto de I Corintios 6:20:  Vocês foram comprados por um alto preço e mais Romanos 8:17:  “Filhos, Herdeiros e Co-herdeiros com Cristo...”

 

Você tem direito a ser uma pessoa vitoriosa em Cristo Jesus! Veja o que nos diz Romanos. 8:37:  “Somos mais que vencedores por aquele que nos amor!”

 

Recuse-se a acreditar naquela voz acusadora! O que nos diz o texto de Apocalipse 12:10?  “Ele, o acusador... foi derrotado!”. E mais João 8: 44: “Não há verdade nele: é mentiroso!”

 

Assuma o controle de sua vida: ela é muito preciosa! O texto registrado no livro de Salmos. 8:5, afirma: “Voce é pouco menor que um anjo... Você tem uma origem gloriosa! E no Evangelho de Mateus 18:14 está escrito: Para que nenhum destes pequenos se perca...!”

 

Todos os dias, repita sempre: “Meu nome é... (pronuncie o seu nome em alta voz!), sinônimo de competência, integridade, sinceridade e poderio.

 

Agora, você  está estabelecendo uma PARCERIA COM DEUS! Você tem como Pai um Deus forte, Maravilhoso Conselheiro, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz... Ele quer lhe abençoar, proteger, cuidar e conduzir para que voce seja uma pessoa vitoriosa e realizada.

 

A propósito,  como é mesmo o seu nome?

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