Ocupante atual

Elaine Viana de Almeida Cruz

5º ocupante da Cadeira 20

 

*** Biografia pendente ***

 

4º ocupante da Cadeira 20

Samuel Henriques da Matta

 

SAMUEL HENRIQUES DA MATTA, natural de Carangola, Minas Gerais, 14.05.1928, escreveu, entre outros, QUERUBINS DO LOUVOR E DA ADORAÇÃO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Teologia. Fundador da Igreja Metodista Ortodoxa, no Bairro do Engenho, no Rio de Janeiro. Formou-se também em Ortodontia e Ortopedia Facial. Presidente da Igreja Metodista Ortodoxa em Madureira, no Rio. Em 27.06.1996, recebeu a MEDALHA PEDRO ERNESTO, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em 18.05.1999, recebeu da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, MOÇÃO DE APLAUSOS, pelo seu trabalho como Ministro Evangélico. Presidente da Irmandade Metodista Ortodoxa.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 4º Ocupante da Cadeira 20 que tem como Patrono e 1º Ocupante José Henriques da Matta. Esta Cadeira 20 tem como 2º Ocupante Rafael Gioia Junior e como 3º Ocupante José Pereira Lins.
Apesar de sua importância, é pouco estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

3º ocupante da Cadeira 20

José Pereira Lins

 

JOSÉ PEREIRA LINS, natural de São José de Piranhas, Paraíba, 05.02.1921, escreveu, entre outros, AÇÃO SOCIAL DA JUVENTUDE BATISTA NO MUNDO CONTEMPORANEO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manoel Pereira de Oliveira e Rosa Lins de Oliveira.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o Colégio Estadual Campograndense. Freqüentou o Colégio Estadual do Paraná.
Formou-se pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Federal do Paraná. Fez cursos de aperfeiçoamento em Literatura Comparada, Filologia Portuguesa e também em Literatura e Língua Italiana. Casou-se com Isabel Figueiredo Lins, com quem tem os filhos Antonio Emanuel, Rosa Maria, Elisabete Regina, Isabel Cristina e Carlos Henrique Figueiredo Lins. Foi professor e secretário geral do Colégio Osvaldo Cruz, em Campo Grande. Lecionou no Colégio Estadual Campograndense e no Colégio Barão do Rio Branco. Foi Professor do Colégio Presidente Vargas, em Dourados.
Foi Redator do jornal O BATISTA PARANAENSE e também do jornal O BATISTA MATOGROSSENSE. Antigo Coordenador Pedagógico do CADES, em Mato Grosso. Professor registrado na DESEC, do MEC, em Português.
Foi Presidente do Rotary Clube de Dourados. Diretor-Proprietario do Centro Educacional Osvaldo Cruz, incluindo o Colégio Osvaldo Cruz, o Colégio Comercial Santos Dumont, a Escola Normal Olavo Bilac e a Escola Primaria Princesa Isabel. Conferencista evangélico. Fundador e Presidente da Associação Campograndense de Professores.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 3º Ocupante da Cadeira 20 que tem como Patrono e 1º Ocupante José Henriques da Matta. O 2º Ocupante é Rafael Gioia Júnior e o 4º Ocupante é Samuel Henriques da Matta.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

2º ocupante da Cadeira 20

Giória Júnior

 

GIÓIA JÚNIOR (RAFAEL GIÓIA MARTINS JÚNIOR), natural de Campinas, São Paulo, 09.08.1931, escreveu, entre outros, “CÂNTICO NOVO”, “MENINO POBRE”, “APARECEM AS FLORES NA TERRA”, “ESTÁTUAS DE SAL”, “CANTO MAIOR” e “BEM-ME-QUER.” Filho de Rafael Gióia Martins e de Elza Lazarina Gióia Martins.
Depois dos estudos no Colégio Batista Brasileiro e no Colégio Roosevelt, formou-se pela Faculdade de Direito do Vale do Paraíba.
Poeta, Jornalista, Radialista, Advogado, Político e Professor universitário. Foi Presidente do Sindicato dos Profissionais do Rádio e da Associação dos Radialistas do Estado de São Paulo. Foi Vereador em São Paulo(1964), com 33 anos de idade.
Como Deputado Estadual(1966-MDB), foi Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, tendo sido reeleito em 1970. Em 1975 foi eleito Deputado Federal por São Paulo(ARENA). Em 1978, foi reeleito. Em 1982 foi mais uma vez reeleito(PDS).
No pleito de novembro de 1986, quando tinha 55 anos, não conseguiu ser eleito Deputado Federal Constituinte(PDS), deixando Brasília e retornando a São Paulo.
Foi membro da Igreja Batista de Vila Mariana, sob a responsabilidade do Pastor batista Dr. Rubens Lopes. Foi conferencista naquela e em outras Igrejas, além de ter sido, em certa ocasião, Orador Oficial da Convenção Batista Brasileira.
Exerceu os cargos eletivos de Vereador, Deputado Estadual e Federal, que lhe foram conferidos por eleitores das mais diferentes comunidades evangélicas.
Pertenceu também à Maçonaria, tendo sido membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil. Foi membro da Academia Paulista de Jornalismo, da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Presidiu o Conselho da União Brasileira de Escritores.
Foi casado com Dinorá Fernandes Gióia Martins, com quem teve dois filhos.
O Escritor Mário Ribeiro Martins, no livro “ESCRITORES DE GOIÁS”, no capítulo “POETAS DO EVANGELISMO BRASILEIRO” faz referência ao trabalho de Gióia Júnior, afirmando: “A poesia de Gióia Júnior é expressivamente humana, o que se observa em um dos seus versos: Menino pobre do meu bairro, grita,/ para que escutem tua voz tremente,/ amargurada, enfraquecida e aflita./ Pelos irmãos que dantes não gritaram,/ clama nas ruas angustiosamente,/ exige o pão que os homens te roubaram.”
Gióia Júnior, com seus versos cheios de emoção e mesclados de humanidade, simplicidade e saudade, fez sucesso na Televisão e no Rádio, quando declamava suas poesias, entre as quais, “ORAÇÃO DA MAÇANETA”, “FICA, SENHOR, COMIGO!” e a “GANGORRA”. Gióia Júnior foi saudado por Mário Barreto França e ao lado de Jônatas Braga formou a tríade dos maiores poetas evangélicos do Brasil. Durante algum tempo, apresentou pela Rádio Bandeirantes, o programa “CHEGA DE PROSA”, com Gióia Júnior, onde falava sobre assuntos variados e declamava seus versos escritos com sensibilidade e emoção. Terminava o programa com a expressão, que o caracterizou: “E CHEGA DE PROSA”.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 20 que tem como Patrono e 1º Ocupante José Henriques da Matta. Esta Cadeira 20 tem como 3º Ocupante José Pereira Lins e como 4º Ocupante Samuel Henriques da Matta.
Faleceu em São Paulo, 04.04.1996, com 65 anos. Seu pai, Rafael Gióia Martins, depois de ter sido padre, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista do Brás, em São Paulo, por muitos anos.
Quanto a Gióia Junior, apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Bem estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Patrono

José Henriques da Matta

1º ocupante da Cadeira 20

 

JOSÉ HENRIQUES DA MATTA, natural de Minas Gerais, 08.12.1890, escreveu, entre outros, MARIA CRISTOVÃO (Romance), ESTUDO DO GREGO E DO HEBRAICO, TODOS OS DIAS DA SEMANA ERAM SABADOS, A QUESTÃO DO BATISMO, CARLOTA DE BORBOM, O DIA DA MORTE DE CRISTO, AS DUAS BESTAS DO APOCALIPSE, O DIA DO JUIZO, O EGITO EM QUADRAS, sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Bacharel em Ciências e Letras(secundário). Formou-se em Teologia pelo Seminário Metodista do Brasil. Diplomou-se em Letras Anglo-Germanicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade do Rio de Janeiro. Professor registrado no Departamento de Educação do MEC(Ministério da Educação e Cultura). Casou-se com Adelina Nery da Matta, com quem teve 11(onze) filhos.
Foi Pastor de muitas paróquias Metodistas. Em 1935, com 45 anos de idade, fundou a Irmandade Metodista Ortodoxa do Brasil. Foi Professor de Grego e Hebraico do Seminário Teológico Betel, no Rio de Janeiro. Fundador e Presidente da Faculdade Evangélica de Teologia Seminário Unido.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 20 que tem como Patrono ele mesmo José Henriques da Matta. Esta Cadeira 20 tem como 2º Ocupante Rafael Gioia Junior, como 3º Ocupante José Pereira Lins e como 4º Ocupante Samuel Henriques da Matta.
Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

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