Ocupante atual

Luiz Ferdinand Gevaer

3º ocupante da Cadeira 23

 

LUIZ FERNANDO GEVAERD, natural de Curitiba, Paraná, 1955, escreveu, entre outros, MEDIAÇÃO DE CONFLITOS - FATOR DE APAZIGUAMENTO SOCIAL(Editora Cima, 1994), QUANDO O AMOR ACABA NA JUSTIÇA(Editora Multiletra, 1997 - 4ª edição), UM MERGULHO PARA O ALTO(Editora Missão, 1998), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Dr. Jair Lima Gevaerd (falecido) e Esther Lima Gevaerd. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Bacharel em Ciências Econômicas(1976). Bacharel em Administração de Empresas(1978). Bacharel em Direito(1982).
Professor assistente de direito de família (direito civil V) na Faculdade Cândido Mendes, Ipanema, Rio de Janeiro, 1992/1993. Professor da Escola Superior de Advocacia da OAB, no Rio de Janeiro, no curso de Direito de Família, 1993.
Preletor Internacional da ADHONEP - Associação de Homens de Negócio Evangélicos, com atuação em 160 países, reunindo-se regularmente em mais de 600 cidades brasileiras.
Membro Efetivo do Instituto dos Advogados do Brasil - Brasil - 1984. Membro da American Arbitration Association - USA - 1992. Membro da Flórida Association Of Professional Family Mediators - USA - 1992. Membro da Interamerican Bar Association - USA - 1993.
Membro da Associação dos Advogados de São Paulo - 1993. Título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro, outorgado por unanimidade do plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, conforme projeto de resolução 913/93, aprovado na sessão legislativa de 19 de novembro de 1993. Título de "Conferencista Ilustre", outorgado pelo Corpo Discente da Universidade Veiga de Almeida, em 1994. Medalha Tiradentes, outorgada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1994.
Medalha Pedro Ernesto, outorgada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 10 de agosto de 1995.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 3º Ocupante da Cadeira 23 que tem como Patrono e 1º Ocupante Manoel da Silva Porto Filho. Esta Cadeira 23 tem como 2º Ocupante João Rodrigues.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

2º ocupante da Cadeira 23

João Rodrigues

 

JOÃO RODRIGUES, natural de Ponte de Lima, Minho, Portugal, 01.10.1916, escreveu entre outros, VIVENCIAS DO POVO DE DEUS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 23 que tem como Patrono e 1º Ocupante Manoel da Silva Porto Filho. Esta Cadeira 23 tem como 2º Ocupante o próprio João Rodrigues, como 3º Ocupante Luiz Fernando Gevaerd.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Patrono

Manoel da Silveira Porto Filho

1º ocupante da Cadeira 23

 

MANOEL DA SILVEIRA PORTO FILHO, natural do Rio de Janeiro, Capital, 01.06.1908, escreveu, entre outros, HISTORIA E MENSAGEM DOS HINOS QUE CANTAMOS, TEMPOS E ESTAÇÕES DO REINO DE DEUS, EM SEUS PASSOS QUE FARIA JESUS(Drama), PREPARE SUA LIÇÃO ASSIM, BENIGNA LUZ(Poesias), LIÇÕES SOBRE ANÁLISE SINTÁTICA, HISTORIA DO CONGREGACIONALISMO, O APÓSTOLO DA MADEIRA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Depois de ter cursado 3(três) anos de medicina, deixou o curso e matriculou-se no Seminário Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Teologia. Tornou-se Ministro Evangélico Congregacional. Casou-se com Eunice Farias Porto, com quem teve 5(cinco) filhos. Casou-se depois com Evangelina Farias Porto.
Professor de ensino secundário. Foi Pastor de diversas Igrejas Evangélicas Congregacionais. Fundador e Diretor do Instituto Bíblico da Pedra de Guaratiba, no Estado do Rio. Professor de Geografia Política, Grego e Exegese do Novo Testamento.
Foi Presidente da Junta Geral da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil. Membro da Comissão Revisora do livro SALMOS E HINOS e também do HINÁRIO EVANGELICO, publicado pela Confederação Evangélica do Brasil. Escreveu vários hinos evangélicos.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 23 que tem como Patrono ele mesmo Manoel da Silva Porto Filho. Esta Cadeira 23 tem como 2º Ocupante João Rodrigues e como 3º Ocupante Luiz Fernando Gevaerd.
Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

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