Ocupante atual

Josué Ebenézer Souza Soares

4º ocupante da Cadeira 24

 

JOSUÉ EBENEZER SOUZA SOARES, natural de Miracema, Estado do Rio, 07.03.1963, escreveu, entre outros, VIDA CRISTÃ FRUTÍFERA(REVISTA), A FAMÍLIA E OS DESAFIOS DOS NOVOS TEMPOS(REVISTA), VALE DE SOMBRAS(Poesias), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho do Pastor João José Soares Filho, falecido em dezembro de 2004 e Judith Souza Soares. Após os estudos primários em sua terra adotiva, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Mudou-se para Nova Friburgo em 1964, quando seu pai assumiu o pastorado da Segunda Igreja Batista até novembro de 2004, quando faleceu. Em 1981, com 18 anos de idade, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, formando-se Bacharel em Teologia em 1984, com 21 anos.
Jornalista, Bacharel em Comunicação Social-1993 (Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro) e Teologia-1984 (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, Rio de Janeiro). Escritor, poeta, ensaista e pastor.
Casou-se com Katia Cardoso Soares, com quem tem Lucas (1992), Murilo (1996) e Noemi (2000).
Foi Redator do JORNAL JOVEM, atual JORNAL DA JUBERJ. Foi Secretário-Executivo da JUBERJ(Juventude Batista do Estado do Rio de Janeiro), substituindo o Pastor Gilson Bifano. Membro da Diretoria da Convenção Batista Fluminense.
Tornou-se Pastor da Igreja Batista do Prado, em Nova Friburgo,Estado do Rio,em 02.09.1995.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 4º Ocupante da Cadeira 24 que tem como Patrono e 1º Ocupante César Dacorso Filho. Esta Cadeira 24 já teve como 2º Ocupante Zacarias Campelo e como 3º Ocupante Jerônimo Onofre da Silveira.
É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS FLUMINENSE(1991), de Ebenézer Soares Ferreira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

3º ocupante da Cadeira 24

Jerônimo Onofre da Silveira

 

JERONIMO ONOFRE DA SILVEIRA, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, 03.11.1953, escreveu, entre outros, CASAMENTO-GRANDE É ESTE MISTÉRIO, PROVISÕES E RIQUEZAS, PRODUZINDO POR MIL HOMENS, EXTERMINADORES DE RIQUEZAS, OS GAFANHOTOS DO INFERNO, O DOM DE ADQUIRIR RIQUEZAS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Pastor titular da Igreja do Evangelho Quadrangular, em Belo Horizonte. Presidente da ONG ESCOLA DO MINISTÉRIO DE JEOVÁ JIRÉ. Ex-secretário municipal de Defesa Social do município, presidente da Rádio Educativa. Presidente do Centro de Convenções Jeová-Jirê, conferencista internacional.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 3º Ocupante da Cadeira 24 que tem como Patrono e 1º Ocupante César Decorso Filho. Esta Cadeira 24 tem como 2º Ocupante Zacarias Campelo, como 3º Ocupante o próprio Jerônimo e como 4º Ocupante Josué Ebenezer Souza Soares.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

2º ocupante da Cadeira 04

Zacarias Campelo

 

ZACARIAS CAMPELO, natural de Barra do Corda, Maranhão, julho de l900, escreveu, entre outros, "AMOR E TRAGÉDIA NA TABA DOS KRAÓS", "O ÍNDIO É ASSIM", “ESSE HOMEM FILHO DE DEUS”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Estudou no Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, em Pernambuco. Bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em 1925.
Casou-se na Veneza Brasileira(Recife), no dia 08.05.1926, com Noeme Stella Falcão Campelo, nascida em 1906 e falecida em 1928, com quem teve os filhos Saulo Falcão Campelo(1927) e Esmeralda Campelo(1928).
Seu filho Saulo foi aluno interno no Colégio Americano Batista do Recife, dedicou-se ao ESPIRITISMO, como o MÉDIUM ESSE CAPELE e tornou-se Advogado em Goiânia, onde reside e é pai de criação do Juiz de Direito Tocantinense, Sândalo Bueno do Nascimento.
Sua filha Esmeralda estudou no internato do Colégio Americano Batista do Recife e tornou-se PASTORA em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Quanto a Zacarias Campelo, casou-se, pela segunda vez, com Orphisa Campelo, em 1929, na cidade de Carolina, no Maranhão, com quem teve cinco filhos(Elizafan faleceu em São Paulo, como Advogado. Elijá é comerciante. Ana Campelo foi professora do Conservatório Nacional de São Paulo. Miriam é advogada e Panuã é casada com um economista).
Missionário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, no interior do Maranhão e de Goiás, entre os índios, especialmente em Tocantinópolis e Itacajá, no antigo Goiás, hoje Estado do Tocantins. De 1926 a 1937, evangelizou diversas tribos indígenas, dentre outras, os indios KRAÓS. Trabalhou com os indios XERENTES em 1938.
Dirigiu o Ginásio Batista de Tocantínia(Piabanha), cidade em que residiu por muitos anos, até afastar da Junta de Missões no inicio de 1944.
Viveu na cidade de ASPIRIM(1944) e deu-lhe o nome de CRISTALÂNDIA, no Estado de Goiás, hoje Tocantins, conforme entrevista concedida à revista A PÁTRIA PARA CRISTO, Rio de Janeiro, Ano XLI, 01, 1986: “Fui pregar o Evangelho no garimpo. O lugar se chamava ASPIRIM. Quando resolvi sair de lá, já estava com 10 mil habitantes e sugeri a criação do município e coloquei o nome de Cristalândia, por ser a terra do cristal”.
Em 1944, com 44 anos de idade, desligou-se da Junta de Missões Nacionais, com a qual estava trabalhando desde 1926. Mudou-se para a cidade de Anápolis, interior goiano, em 1945, onde exerceu o pastorado na Igreja Batista e foi construtor de casas.
Em 1946, deslocou-se para Caruaru e Triunfo, em Pernambuco, como Evangelista da Junta de Richmond, dos Estados Unidos. Um dos fundadores do Colégio Sete de Setembro de Caruaru.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Indigenista, Memorialista, Doutrinador. Conferencista, Orador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros que tratam da antropologia indígena Goiana. Sua segunda esposa Orphisa faleceu em 1974 e no ano seguinte(1975, com 75 anos de idade) casou-se com Júlia Moraes Campelo.
Passou a residir em diferentes cidades brasileiras, entre as quais, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, onde se tornou auxiliar do Pastor Nilson Fanini, por volta de 1979.

Sobre sua esposa, Noeme Campelo, falecida com 22 anos de idade e com o título “A HEROÍNA DE KRAONÓPOLIS”, escreveu excelente livro a professora de Jaguaquara, na Bahia, Stella Câmara Dubois.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 24 que tem como Patrono e 1º Ocupante César Dacorso Filho. Esta Cadeira 24 tem como 3º Ocupante Jerônimo Onofre da Silveira e como 4º Ocupante Josué Ebenezer Souza Soares.
Quanto a Zacarias Campelo, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Faleceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no ano de 1993, com 93 anos de idade, na casa de sua filha, a Pastora Esmeralda Campelo.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Patrono

César Dacorso Filho

1º ocupante da Cadeira 24

 

CÉSAR DACORSO FILHO, natural de Santa Maria, Rio Grande do Sul, 10.11.1891, escreveu, entre outros, FORUM SACRAMENTAL DO BATISTMO, CRISTIANISMO POSITIVO, JORNALISMO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de César Dacorso e Constantina Dacorso. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Ainda muito jovem, foi para Juiz de Fora, Minas Gerais, onde fez o secundário e terminou os Estudos Teológicos, em 1915, com 24 anos de idade. Casou-se com Maria José Guimarães Dacorso, com quem teve 8(oito) filhos, Tertulo Márcio, Ítalo Porcio, Giscalo Floro, Clélia Tulia, Proculo Galba, Sulla Brila, Vera Lívia e Ceres Ophelia.
Entre 1920 e 1924, foi Secretario e Redator do ANUARIO DA CONFERENCIA ANUAL da Igreja Metodista no Brasil. Nos anos seguintes, foi para Belo Horizonte, como Pastor da Igreja Metodista Central. Depois de 1932, já com 41 anos de idade, foi para as Igrejas Metodistas de Carangola, Faria Lemos e São João do Rio Preto.
No dia 15.01.1934, com 43 anos, no templo da Igreja Metodista Central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, foi consagrado BISPO DA IGREJA METODISTA DO BRASIL. Depois de aposentado, foi trabalhar na Sociedade Bíblica do Brasil, no Rio de Janeiro e como Pastor de uma das Igrejas Metodistas.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 24 que tem como Patrono ele mesmo César Dacorso Filho. Esta Cadeira 24 tem como 2º Ocupante Zacarias Campelo, como 3º Ocupante Jerônimo Onofre da Silveira e como 4º Ocupante Josué Ebenézer Souza Soares.
Faleceu no dia 15.02.1966, no Rio de Janeiro, com 75 anos de idade. Em fevereiro de 1967, Nelson de Godoy Costa publicou a sua biografia com o titulo: CÉSAR DACORSO FILHO, PRINCIPE DA IGREJA METODISTA DO BRASIL.
Muito bem estudado no livro PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL(Imprensa Metodista, 1967), de Isnard Rocha.
Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

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