Ocupante atual

Germano Soares Ferreira

4º ocupante da Cadeira 28

 

*** Biografia pendente ***

 

3º ocupante da Cadeira 28

Erlie Lenz César

 

ERLIE LENZ CÉSAR, natural do Rio de Janeiro, 10.04.1924, escreveu, entre outros, “OS SETENTA ANOS DE UMA IGREJA ABENÇOADA”, “CLAMA A MIM E EU TE RESPONDEREI”, “O BOM PASTOR”, “A VIRGEM MARIA”, “A SAGA DE UMA FAMÍLIA”, “UM + DEUS = MAIORIA” E “O QUE DEUS FEZ POR MIM PODE FAZER POR VOCÊ”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Farmácia na Universidade do Rio de Janeiro. Com o passar do tempo, tornou-se industrial do ramo metalúrgico. Como empresário contribuiu para a realização de grandes obras no Brasil e no exterior. Dentre essas realizações destacam-se as pilastras da Ponte Rio Niterói e das torres da Embratel.
Em 05.07.1952, com 28 anos, casou-se com Sônia Silva Lenz César, com quem tem quatro filhos: Márcia, Erlie Filho, Luiz e Alinges.
Criou a Fundação Bênçãos do Senhor, em janeiro de 1985, sociedade filantrópica sem fins lucrativos, que pauta sua atuação pelo amor a Deus.
Declarada de utilidade pública pelo governo federal, é hoje responsável por obras assistenciais como creches e um centro hospitalar, além de manter programas de televisão para o bem comum e patrocinar projetos culturais em outras áreas.
Pregador evangélico bastante conhecido. Seus livros têm sido traduzidos para o inglês e espanhol.
O Dr. Erlie Lenz César é ainda titular da cadeira 28-como 3º ocupante- da Academia Evangélica de Letras do Brasil, que tem como Patrono José Munguba Sobrinho, primeiro ocupante, mas que já teve Gesiel Nunes Gomes, como segundo ocupante.
Membro do Círculo Literário do Clube Naval do Rio de Janeiro. Foi membro do Comitê Executivo Nacional da Adhonep, de 1987 a 1998. Em setembro de 1998 foi agraciado com a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Em março de 2001 recebeu a Medalha Pedro Ernesto, concedida pelos serviços prestados ao Município do Rio de Janeiro. Tem sido um importante colaborador da Capela Evangélica da Vila Militar, desde a sua fundação.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 3º Ocupante da Cadeira 28 que tem como Patrono e 1º Ocupante José Munguba Sobrinho. Esta Cadeira 28 tem como 2º Ocupante Gesiel Nunes Gomes.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Ocupante atual

Geziel Gomes

2º ocupante da Cadeira 28

 

GESIEL NUNES GOMES, natural de Bacabal, Maranhão, 27.07.1940, escreveu, entre outros, ESBOÇOS BIBLICOS, MANEIRAS DE SERVIR A DEUS, MARAVILHOSOS EFEITOS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO, A EXCELÊNCIA DOS NOMES DE DEUS, O ARREBATAMENTO DA IGREJA, O PODER DA GRAÇA, O PODER LIBERTADOR DE CRISTO, O PRIVILEGIO DE SER COLUNA NA CASA DE DEUS, RIOS DE ÁGUA VIVA, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, tornando-se Pastor Evangélico.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 28 que tem como Patrono e 1º Ocupante José Munguba Sobrinho. Esta Cadeira 28 tem como 3º Ocupante Erlie Lenz César.
Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Patrono

Munguba Sobrinho

1º ocupante da Cadeira 28

 

MUNGUBA SOBRINHO (José Munguba Sobrinho), natural de Murici, Alagoas, 13.11.1895, escreveu, entre outros, TRÍPLICE VITÓRIA DO AMOR, QUANDO CHEGA A PRIMAVERA, ESBOÇO DE HOMILÉTICA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 16 anos de idade, em 1911, matriculou-se no Colégio Americano Batista Gilreath e em seguida no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, onde se formou Bacharel, em 1916.
Casou-se com Amazonila Aguiar. Em 1918, com 23 anos, no mesmo Seminário, concluiu o Mestrado em Teologia. Nos anos seguintes, foi para Manaus, na Amazônia, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Manaus. Teve participação diminuta na primeira fase do movimento radical, em 1923.
Depois de alguns anos em Manaus, assumiu em 1929, quando tinha 34 anos de idade, o pastorado da Igreja Batista da Capunga, no Recife. Na mesma época, tornou-se igualmente, professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 1937, com 42 anos, foi eleito Diretor, por dois anos, do Seminário do Norte, em substituição a Orlando Falcão, o que provocou muita briga e a segunda fase do movimento radical, em 1940.
É que Orlando Falcão tinha sido um excelente administrador e, ao invés, de ser reeleito, foi substituído por Munguba Sobrinho. Depois de 2 anos, teve de ceder o seu lugar de Diretor a um missionário norte-americano, no caso S. L. Watson, para que a contenda terminasse, o que também não aconteceu.
Durante mais de 40 anos, foi Pastor da Igreja Batista da Capunga. Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira em 1926, em 1932, em 1936 e em 1947.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 28 que tem como Patrono ele mesmo José Munguba Sobrinho. Esta Cadeira 28 tem como 2º Ocupante Gesiel Nunes Gomes e como 3º Ocupante Erlie Lenz César.
Faleceu no Recife, com 77 anos de idade, em 1972.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

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Publicada a "Carta de Notícias" do mês

05/04/2018 19:16
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Edital de Convocação para dezembro 2017

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