Ocupante atual

Elienai Cabral

5º ocupante da Cadeira 35

 

ELIENAI CABRAL, natural de Mafra, Santa Catarina, 23.12.1945, escreveu, entre outros, ABRAÃO-AS EXPERIENCIAS DE NOSSO PAI NA FÉ, CARTAS AOS EFESIOS, COMENTARIO BIBLICO DE EFESIOS, COMENTÁRIO BIBLICO DE ROMANOS, A JUVENTUDE CRISTÃ E O SEXO, MORDOMIA CRISTÃ, PARÁBOLAS DE JESUS, O PREGADOR EFICAZ, SINDROME DO CANTO DO GALO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Presidente da Convenção de Pastores de Brasília. Pastor da Igreja Assembleia de Deus em Brasília. Membro do Conselho Fiscal da CPAD(Casa Publicadora da Assembleia de Deus).
Casado com Arézia com quem tem os filhos Tâmara e Elienai Cabral Junior. Seu filho Elienai Cabral Júnior é também Pastor.
Articulista da revista "Manual do Obreiro" da CPAD. Colunista do Mensageiro da Paz . Comentarista das Lições Bíblicas da CPAD.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é a 5º Ocupante da Cadeira 35 que tem como Patrono e 1º Ocupante Samuel Novaes Figueira. Esta Cadeira 35 tem como 2º Ocupante Jorge Buarque Lyra, como 3º Ocupante Joanyr de Oliveira e como 4º Ocupante Nilson Dimarzio.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

4º ocupante da Cadeira 35

Nilson DiMarzio

 

NILSON DIMARZIO, natural de Campinas, São Paulo, 26.09.1927, escreveu, entre outros, A ESCOLHA SUPREMA, CIÊNCIA & FÉ (MILAGRES E MENSAGENS), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Foi consagrado ao Ministério Evangélico, tornando-se Pastor Batista, em 1955. Foi pastor da Igreja Batista de Petrópolis, em 1962, bem como da Igreja Batista de Correas, em 1963 e depois de 1970 a 1971. Em 06.12.1965, recebeu o Título de Cidadão Petropolitano, da Câmara Municipal de Petrópolis.
No dia 21.01.1979 assumiu o Pastorado da Igreja Batista Central de Nova Odessa, onde atuou por 5(cinco) anos. Foi Diretor do Jornal Batista entre 1988 e 1995. Foi redator do jornal O ESCUDEIRO BATISTA. Em 2000, membro do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
Em 2005, comemorou 50 (cinquenta) anos de Ministério, o que foi feito, na Igreja Batista Central de Volta Redonda, Estado do Rio, que também estava com aniversário de 59 anos. Vice-Presidente do Conselho de Missões Nacionais(2006). Presidente da mantenedora do Colégio Batista de Volta Redonda. Instrumentista de violino.
Vice-Presidente do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil(Rio de Janeiro), no Campus Avançado de Volta Redonda. Tem um filho Nilson Dimarzio Junior que vive nos Estados Unidos.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 4º Ocupante da Cadeira 35 que tem como Patrono e 1º Ocupante Samuel Novaes Figueira. Esta Cadeira 35 tem como 2º Ocupante Jorge Buarque Lyra, como 3º Ocupante Joanyr de Oliveira e como 4º Ocupante o próprio Nilson e como 5º Ocupante Elienai Cabral.
Apesar de sua importância, não é lembrado na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001), de José dos Reis Pereira, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.
 

3º ocupante da Cadeira 35

Joanyr de Oliveira

 

JOANYR DE OLIVEIRA (Joanyr Ferreira de Oliveira), natural de Aimorés, 06.12.l933, escreveu, entre outros, “MINHA LIRA”, “CANTARES”, “O GRITO SUBMERSO”, "POETAS DE BRASÍLIA" (ANTOLOGIA), “LUTA A(R)MADA”, “SOBERANAS MITOLOGIAS E A CIDADE DO MEDO”, “ANTOLOGIA DA NOVA POESIA EVANGÉLICA”, “BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA”(ANTOLOGIA), “CAMINHOS DO AMOR”,” CASULOS DO SILÊNCIO”, “PLURICANTO”, “A IGREJA QUE DESEJAMOS”, “POESIA DE BRASÍLIA”(ANTOLOGIA).
Residiu em Goiânia durante muitos anos, como também na cidade de Iporá, interior goiano, e ainda em Luziânia, depois Brasília, a partir de 1960. Foi Revisor da Imprensa Nacional. Advogado, Teólogo. Professor Universitário, Funcionário Público.
Viveu também em Vitória, no Espírito Santo, em São Paulo e Rio de Janeiro. Fez cursos de Pós-Graduação nos Estados Unidos da América, tendo residido em Boston, Sul da Califórnia e Hartford, no Estado de Connecticut. Em algumas cidades americanas, exerceu o pastorado e escreveu para jornais. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Jornalista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 3º Ocupante da Cadeira 35 que tem como Patrono e 1º Ocupante Samuel Novaes Figueira. Esta Cadeira 35 tem como 2º Ocupante Jorge Buarque Lyra, como 4º Ocupante Nilson Dimárzio e como 5º Ocupante Elienai Cabral.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia de Letras do Brasil, do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia Evangélica de Letras do Brasil, Academia Taguatinguense de Letras, Academia de Letras de Brasília, Writers International Association, Academia Interamericana de Literatura e Jurisprudência.
Detentor do PRÊMIO FERNANDO CHINAGLIA(Rio de Janeiro), bem como do PRÊMIO ALPHONSUS GUIMARAENS(Minas Gerais). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício. Fundador e Diretor das revistas “A SEARA”, “JOVEM CRISTÃO” e “O OBREIRO”.
Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Biografado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Nasceu em Aimorés, Minas Gerais, no dia 06 de dezembro de 1933. Filho de José Ferreira de Oliveira e de Idalina Soares de Oliveira. Iniciou, em 1939, os estudos primários em sua terra natal, na Escola Teixeira Soares e no Grupo Escolar Machado de Assis.
Trabalhou como locutor na “RADIO AIMORÉS”, em 1946, produzindo noticiários. Mudou-se para Vitória, Espírito Santo, em 1949, trabalhando como jornalista da “FOLHA CAPIXABA”. Entre 1953 e 1957, residiu em São Paulo e Rio de Janeiro, onde também se registrou como Jornalista Profissional, no Ministério do Trabalho.
Casou-se em 1959, com sua colega de redação, Nelcy Ferreira Guimarães, mudando-se para Brasília, em 1960, onde se tornou, por concurso público, Revisor da Imprensa Nacional. Nos anos seguintes residiu em Goiânia, Iporá e Luziânia, no Estado de Goiás. Retornou para Brasília, onde em 1962, publicou a primeira antologia da nova Capital, com o título “POETAS DE BRASÍLIA”.
Por concurso público, em 1963, ingressou no quadro de funcionários da Câmara Federal. No mesmo ano, tornou-se, junto com outros, fundador da Associação Nacional de Escritores, sendo eleito Secretário e Ciro dos Anjos, Presidente.
Em 1978, recebeu o título de “CIDADÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO”, pela Assembleia Legislativa. Formou-se em Direito, pela Universidade do Distrito Federal, em 1987.
Aposentou-se como Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados, em 1988, mudando-se em seguida para os Estados Unidos da América. Em várias cidades americanas, exerceu o Pastorado Evangélico e foi jornalista profissional.
Retornou ao Brasil em julho de 1994, sendo eleito membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, sob a presidência de Adirson Vasconcelos. Ocupou a Cadeira que tem como Patrono o goiano e antigo Senador da República, Domingos Velasco, autor do livro “O CRISTIANISMO SOCIAL”.
Em 1998, publicou a antologia “POESIA DE BRASÍLIA”, reunindo setenta e cinco poetas radicados na Capital Federal.
 

2º ocupante da Cadeira 35

Jorge Buarque Lyra

 

JORGE BUARQUE LYRA, natural de Recife, Pernambuco, 1903, escreveu, entre outros, A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO(1953), A MAÇONARIA E A POLITICA NO BRASIL, MAÇONARIA E RELIGIÃO, CATOLICISMO ROMANO À LUZ DA BIBLIA, DA HISTÓRIA E DA RAZÃO, 100 MENSAGENS DA PALAVRA DE DEUS, A MULHER DO PASTOR, A MESA BATISTA, A DIVINDADE DE CRISTO, EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, VERDADES SOLENES, O REDENTOR DA HUMANIDADE(Poemas), O ROMANISMO À BARRA DO EVANGELHO, SALVAÇÃO PELA FÉ, HISTÓRIA GERAL DA BIBLIA, UM CAPÍTULO DAS EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA(1960), JOAQUIM NABUCO-O HOMEM E A AÇÃO, NOS PÓRTICOS DA IMORTALIDADE, RUI-O SOL DA NACIONALIDADE, DISCURSOS ACADÊMICOS, CELESTE MORADA, HORRORES DA GUERRA E ESPLENDORES DA PAZ, A TRÍPLICE MARAVILHA DO HOMEM E O TRÍPLICE MINISTÉRIO DA MULHER, A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E O ULTRAMONTISMO, PROTESTO, QUANDO A MUSA CANTA(Poemas), CONSELHOS DE MESTRE, O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL, LATIM GINASIAL PELOS TEXTOS, LATINITAS, LATIM SEM MESTRE, NOVOS SERMÕES, O CRISTIANISMO À LUZ DA HISTÓRIA, HEXASSOCIALISMO, A PENA DE MORTE, A BIBLIA E A CIÊNCIA MODERNA, AS VIGAS MESTRAS DA MAÇONARIA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia e se tornou Ministro do Evangelho dentro do Presbiterianismo. Chegou ao mais alto grau da Maçonaria Brasileira- o grau 33.
Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de São Paulo, Cenáculo Fluminense de Historia e Letras, Academia Guanabarina de Letras. Sobre ele, escreveram dezenas de intelectuais, dentre outros, Galdino Moreira, Josué Cardoso, Rodrigues Vale, César Dacorso Filho, Jerônimo Gueiros, Manoel de Melo, Francisco Gaya Gomes, etc. Com o passar do tempo, fundou a sua própria Editora para publicar os seus livros e de outros autores, localizando-se na Rua Gen. Andrade Neves, 51, fone 2-7637, Niterói, Estado do Rio.
Na década de 1940, fundou, em São Paulo, a Casa Lyra Editora, onde também publicou diversos livros. Exceto os títulos de seus livros e participação em Academias, nada é encontrado sobre ele que sirva para esclarecer a sua infância, juventude, velhice e morte. Em abril de 1951, com 48 anos de idade, foi submetido ao Tribunal Supremo da Igreja, em virtude de fatos relacionados com o Código de Disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Em 1963, com 60 anos, foi jubilado(aposentado) pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, via Presbitério de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, em virtude de sua cegueira e cardiopatia grave.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 35 que tem como Patrono e 1º Ocupante Samuel Novaes Figueira. Esta Cadeira 35 tem como 3º Ocupante Joanyr de Oliveira, como 4º Ocupante Nilson Dimarzio e como 5º Ocupante Elienai Cabral.
Faleceu em 1977, com mais de 74 anos de idade, no Rio de Janeiro. Não é lembrado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

Patrono

Samuel Cássio Ferreira

1º ocupante da Cadeira 35

 

SAMUEL NOVAES FIGUEIRA, natural de Vitória da Conquista, Bahia, 22.03.1918, escreveu, entre outros, LIÇÕES DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Diplomou-se em Medicina. Especializou-se em Medicina Cirúrgica. Fez Radiologia Clinica, Anatomia, Técnica Operatória e Interpretação de Exames de Laboratório. Casou-se com Ester Marys Colt de Mattos, com quem teve 2(duas) filhas.
Médico Cirúrgico da Policia Militar da Bahia. Cirurgião do Hospital de Santa Casa, em Recife, Pernambuco. Cirurgião-Chefe do Hospital Santa Isabel, em Sergipe. Diretor do Hospital da Policia Militar, em Salvador, Bahia.
Foi Professor de Psicologia Educacional e Lógica. Conferencista sobre assuntos médicos.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 35 que tem como Patrono ele mesmo Samuel Novaes Figueira. Esta Cadeira 35 tem como 2º Ocupante Jorge Buarque Lyra, como 3º Ocupante Nilson Dimárzio e como 4º Ocupante Elienai Cabral.
Não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza. Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

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