Ocupante atual

Messias Anacleto Rosa

3º ocupante da Cadeira 40

 

MESSIAS ANACLETO ROSA, natural de Araçatuba, Estado de São Paulo, 1937, escreveu, entre outros, DO MEU PULPITO, DO PULPITO, DEVOCIONÁRIOS DE NATAL, REFRIGÉRIO, ALGUNS PRINCÍPIOS DA VIDA CRISTÃ, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Lançou ainda os CDs “ A DEUS TODA A GLÓRIA” e “MENSAGENS DE NATAL E ANO NOVO”. Filho de pais lavradores não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Converteu-se aos 16 anos e logo depois trabalhou durante um ano na Missão Caiuá, na cidade de Dourados (MS). Formou-se em Teologia no Instituto e Seminário Bíblico de Londrina (Faculdade Evangélica do Brasil), no Paraná, onde chegou em 1955, com 18 anos de idade.
Em 1959, com 22 anos e depois de formado, foi fazer evangelismo em Umuarama, dando origem à Igreja Presbiteriana Independente daquela cidade. Trabalhou também nas cidades de Cianorte e Nova Esperança.
Após ser ordenado pastor, em janeiro de 1960, fixou sua residência em Paranavaí, e, além da Igreja Presbiteriana Independente daquela cidade, atendia a várias outras comunidades às margens do Rio Paraná, na direção do oeste paranaense.
Em 1961 se mudou para a cidade de Florianópolis (SC), onde permaneceu durante doze anos, até 1973. Foi Capelão da Penitenciaria de Florianópolis, em Santa Catarina.
Em 1973, com 36 anos, tornou-se Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Londrina. Em 2002, o seu livro REFRIGÉRIO, foi premiado pela Associação Brasileira de Editores Cristãos(ABEC), como o melhor livro na categoria.
Em 2004, recebeu da Câmara de Vereadores, o título de CIDADÃO HONORÁRIO DE LONDRINA. Conferencista para 150 participantes do Seminário Marcas da Liderança, realizado pelo Instituto Jetro no dia 17 de março, em Londrina. Com 70 anos de idade, em 2007, foi jubilado.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil, tomou posse em 07.05.2007, como 3º Ocupante da Cadeira 40 que tem como Patrono e 1º Ocupante Alípio Xavier Assumpção. Esta Cadeira 40 tem como 2º Ocupante Josué Sylvestre.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO (2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

2º ocupante da Cadeira 40

Josué Sylvestre

 


JOSUÉ SYLVESTE (JOSUÉ SILVESTRE DA SILVA), natural de Carpina, Pernambuco, 16.07.1937, escreveu, entre outros, CADEIRA 40, TEMPO DE RIR, A TRAJETORIA INTERNA DE FÉLIX ARAUJO, LUTAS DE VIDA E DE MORTE – FATOS E PERSONAGENS DA HISTÓRIA DE CAMPINA GRANDE (1945/1953). BRASÍLIA: 1982, PROTESTANTISMO NA PARAÍBA, IRMÃO VOTA EM IRMÃO(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Conforme alguns autores, teria nascido na Paraíba. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Jornalista. Durante 16 anos residiu em Brasília, como Subsecretario de Anais do Congresso Nacional. Pertence ao grupo dos Capelães Nacionais. Foi Diretor do Senado Federal. Recebeu o título de Cidadão Honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Exerceu, após se aposentar, a Assessoria Parlamentar de Ivandro Cunha Lima, quando Senador ou Deputado Federal, e a vice-presidência do “Grupo Evangélico de Ação Social e Política”, também em Brasília. Durante alguns anos residiu em Curitiba, no Paraná. PERTENCE AO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DA PARAÍBA – IPHAEP. Pai de Josué Sylvestre da Silva Junior.
Vinculado ao grupo dos Gideões Internacionais. Em 1963, foi fundador do jornal TRIBUNA DE CAMPINA GRANDE. Vinculado à Associação Campinense de Imprensa. Por volta de 1990, fundou o jornal CARTA ABERTA. O historiador Josué Sylvestre e o jornalista Agnaldo Almeida estão escrevendo a biografia do Governador da Paraíba, com o título "Histórias e estórias de Ronaldo Cunha Lima".
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 2º Ocupante da Cadeira 40 que tem como Patrono e 1º Ocupante Alípio Xavier Assumpção. Esta Cadeira 40 tem como 3º Ocupante Messias Anacleto Rosa. Josué Silvestre é Presidente da Academia Evangélica de Letras do Brasil(2007). Membro da Academia de Letras de Campina Grande, na Paraíba.
Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(André Quicé, 2003), de Napoleão Valadares, não é referido em POESIA DE BRASILIA(Sete Letras, 1998), de Joanyr de Oliveira ou no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CURRICULUM VITAE COMPLETO(fornecido pelo acadêmico, em junho de 2007):

JOSUÉ SYLVESTRE (Síntese Biográfica).
Filho de Silvino Sylvestre da Silva / Luiza, ele pastor da Assembleia de Deus. Josué Sylvestre da Silva nasceu em Carpina, Pernambuco, em 16 de julho de 1937, e criou-se em Campina Grande, Paraíba, para onde a família transferiu-se, em 1944, estudando lá até o 1º ano do curso de Direito.
Tem cursos de especialização em Administração Bancária e Financeira realizado na PUC e em Administração de Recursos Humanos, na Fundação Getúlio Vargas (Rio de Janeiro, RJ) e cursou Teologia no Instituto Rev. João Ximenes, em Campina Grande, PB.
Em Campina, foi redator e diretor de jornais diários, agente do IBGE e Secretário de Administração da Prefeitura no governo de Newton Rique (1963-1964).
Como executivo de grupos financeiros e empresariais, trabalhou e residiu no Recife (PE), de 1967 a 1968, e no Rio de Janeiro (RJ), de 1969 a 1978.
No início de 1979, transferiu-se para Brasília (DF) e ingressou no Senado Federal, onde se aposentou como diretor.
Reside, desde março de 1995 na cidade de Curitiba (PR), onde é professor da Escola Bíblica Dominical no templo central da Assembleia de Deus. Dirige, há 12 anos, ao lado da filha Luciane Sylvestre o jornal “Carta Aberta”, mensário interdenominacional de circulação nacional.
É casado há 50 anos com Consuêlo de Castro Sylvestre, sobrinha e neta de pastores batistas. O casal tem cinco filhos: Luiracy (enfermeira, casada com Alvino Queiroz, residentes no Rio de Janeiro); Josué Jr. (economista, casado com Maria Luiza Mestrinho Sylvestre, residentes em Brasília); Luciane (jornalista) e Lucimary (médica nefro-pediatra), residentes em Curitiba; e Lucyara (advogada, casada com John Usery III, residentes em Filadélfia, Pensilvânia, EUA). Josué e Consuêlo têm dois netos: Hadassa (21) e Josué III (19), filhos de Josué Jr. e Malú.
Jornalista, escritor, historiador e conferencista, exerce atividades de liderança, como presidente ou diretor, desde a adolescência, em organizações estudantis, culturais, evangélicas, profissionais e políticas, em âmbito regional e nacional. Dentre essas, destacam-se:
Culturais e Estudantis – Presidente do Grêmio Literário Machado de Assis (1958); do Centro Estudantil Campinense (1960-1962); da Associação dos Estudantes Secundaristas da Paraíba (1961-1962), do Congresso Extraordinário dos Estudantes de Grau Médio (Goiânia, 1961) e Vice-presidente da União Brasileira de Estudantes Secundaristas – UBES (eleito em Porto Alegre, em 1962).Pertence à Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB) desde 1988; em 2000 foi eleito presidente da AELB, sendo reeleito em 2002 , 2004 e 2006. Integra também a Associação Nacional de Escritores (Brasília, DF), a Academia Paraibana de Letras (João Pessoa, PB) e a Academia de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande, PB.
Evangélicas – Vice-presidente da Associação Cristã dos Homens de Empresa (Rio, 1972-1973); Diretor da Cruzada Billy Graham – Grande Rio (1974); Secretário do I Encontro de Líderes Evangélicos da América Latina (Rio, 1975); Diretor da Sociedade Bíblica do Brasil. Foi um dos fundadores, e depois diretor, do Grupo Evangélico de Ação Política – GEAP (Brasília, 1986-1989). Na organização evangelística “Os Gideões Internacionais no Brasil”, integrou o Gabinete Nacional como presidente (1976-1977; 1980-1983 e 1989-1992), vice-presidente (1977-1980 e 1987-1989) e capelão (1984-1986; 1992-1995 e 1996-1999). Representou o Brasil em várias convenções internacionais de “Os Gideões”, nos Estados Unidos da América. Profissionais – Secretário da Subseção de Campina Grande da Associação Paraibana de Imprensa e, depois, da Associação Campinense de Imprensa.
Políticas – Secretário do Diretório Municipal do Partido Socialista Brasileiro e membro do Diretório Estadual (1959-1964); Secretário do Movimento Nacionalista Brasileiro (Campina Grande, 1958-1964) e orador, representando a Paraíba na Convenção do MNB (Palácio Tiradentes, RJ, 1960), que homologou a candidatura à presidência da República do general Teixeira Lott; fundador, diretor municipal e estadual e delegado à Convenção Nacional do MDB e do PMDB. É filiado ao PSDB, em Campina Grande. Vocacionado para a vida pública, participou da coordenação de mais de 30 campanhas eleitorais nos últimos 50 anos, em diferentes regiões do país.
É Cidadão Honorário de Campina Grande (PB), do Estado da Paraíba e de Brasília (DF).
Autor de 13 livros, escreve em duas linhas distintas: temática evangélica e pesquisa de história política da Paraíba.
Evangélicos:
• Segredos da Vida Vitoriosa de Gideão (duas edições)
• Irmão Vota em Irmão (cinco edições)
• Os Evangélicos, a Constituinte e as Eleições Municipais
• Problemas do Brasil à Luz da Bíblia (duas edições)
• Irmão Vota em Irmão (edição compacta e atualizada, três edições)
• Cartilha da Vitória
• Tempo de Rir (quatro edições)
• Tempo de Rir 2
• Antes que as Marcas se Apaguem – documentário sobre perseguições a evangélicos (em fase de finalização)
História Política:
• Lutas de Vida e de Morte
• Nacionalismo & Coronelismo
• Da Revolução de 30 à Queda do Estado Novo
• A Trajetória Interrompida de Félix Araújo
• Meio Século de Vida Pública Sem Mandato (Ou Com?) – em elaboração. Curitiba, Paraná, junho de 2007.
 

Patrono

Xavier Assumpção

1º ocupante da Cadeira 40

 


XAVIER ASSUMPÇÃO (Alípio Xavier Assumpção), natural de Tagassaba (beira-mar), Paraná, 15.08.1905, escreveu, entre outros, PÁGINAS SOLTAS, O CRISTÃO REAL, UM HOMEM DE DEUS, A IDOLATRIA OU QUE OUTRO NOME TENHA, A RELIGIÃO DO BRASIL, AINDA FALAM, QUEM SÃO OS DIÁCONOS, PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), este, com prefácio de José dos Reis Pereira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Nilo Xavier das Chagas e Carolina Izabel.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 05.05.1922, foi batizado na Igreja Batista de Paranaguá, pelo Pastor Carlos Leimann.
Nos anos seguintes, foi para o Rio de Janeiro, tornando-se aluno do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, onde se formou Bacharel em Teologia. Casou-se com Julia Xavier Assumpção, com quem teve vários filhos.
Com 27 anos de idade, em 18.11.1932, foi consagrado Pastor Batista, na Igreja Batista de Catumbi, no Rio de Janeiro. Logo a seguir, foi Pastor da Igreja Batista de Vigário Geral, também no Rio. Foi Pastor da Igreja Batista de Araguari, em Minas Gerais.
Com 34 anos, em outubro de 1939, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Ponta Grossa, no Paraná, onde permaneceu até 1947. Foi também Pastor de Antonina, Bigorrilho e Vila Clarice.
Com 43 anos, em 1948, foi ser Diretor do Ginásio Londrinense, em Londrina, Paraná. Professor do Ensino Médio Estadual, lecionou no Ginásio Estadual Moisés Lupion, na Escola Técnica de Comércio e na Escola Normal Anna Ayrosa, de Antonina.
Lecionou também no Colégio Victor do Amaral, em Curitiba. Professor do Instituto Bíblico Batista A B. Deter, de Curitiba. É também enfermeiro diplomado. Professor de Inglês, Francês, História e Filosofia da Educação.
Por mais de 20(vinte) anos, foi Redator do Jornal BATISTA PARANAENSE, bem como do jornal BATISTA CURITIBANO e ainda do jornal O PÚLPITO. Fundou, para os estudantes de Antonina, o NOSSO JORNAL. Como Boletim da Igreja Batista de Antonina, fundou O VISITADOR.
Com 63 anos de idade, em 18.05.1968, tomou posse na Cadeira 40, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, instituição a que também pertence o autor destas notas, só que na Cadeira 31, tendo como Patrono, o Teólogo Almir Gonçalves.
Na Academia Evangélica de Letras do Brasil é o 1º Ocupante da Cadeira 40 que tem como Patrono ele mesmo Alípio Xavier Assumpção. Esta Cadeira 40 tem como 2º Ocupante Josué Sylvestre e como 3º Ocupante Messias Anacleto Rosa.
Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Em 1976, já aposentado do magistério e do Ministério Pastoral, com 71 anos de idade, publicou o seu mais importante livro a PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ, pela Editora Lítero-Técnica, de Curitiba.
Mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Nenhuma informação foi encontrada sobre sua morte. Se vivo fosse, estaria com 100 anos(2005).
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
 

Newsletter

Assine a nossa newsletter:

Notícias da AELB

Publicada a "Carta de Notícias" do mês

08/11/2018 19:16
Clique aqui e se informe.

Recital de Música Sacra na Igreja da Candelária

14/09/2018 13:37
A Academia Evangélica de Letras do Brasil – AELB,   Vem convidar V.Exa. e sua digníssima...

Itens: 1 - 2 de 38

1 | 2 | 3 | 4 | 5 >>